sexta-feira, 18 de maio de 2012

Bola saltitona




Realizou- se esta experiência de modo a calcularmos o coeficiente, a altura do ressalto e a altura da queda da bola.






A bola não torna a atingir a altura anterior devido à atuação de forças não conservativas, à dissipação de energia sob a forma de energia interna e à resistência do ar.










Ana nº2; Andreia nº6; João Leite nº12; João Machado nº13

AL 2.2 - Grupo 1

Com esta experiencia pretendíamos calcular o coeficiente de restituição de todos os ressaltos que a bola efetuou.

Altura da queda
Altura do ressalto
1.571
0.94
0.94
0.743
0.743
0.6
0.6
0.484









Em toda a experiencia, observamos que a bola nunca atingiu a altura inicial pois foi dissipando energia ao colidir com o chão.


Trabalho realizado por:
Alexandra Oliveira nº1
Paula Silva nº4
Fábia Pereira nº8

quinta-feira, 17 de maio de 2012

AL 2.2 - Bola Saltitona - Grupo 6





Na realização deste trabalho, foi necessário deixar cair uma bola, na vertical, colidindo assim com o chão. O objectivo da realização dessa experiência foi calcular o coeficiente de restituição, sabendo a altura do ressalto (Δh ressalto) e a altura da queda (Δh queda).


 

Altura   da   queda  Altura do ressalto
1,4 1,1
1,1 0,9
0,9 0,7
0,7 0,6
























































Cálculos para a determinação do valor do coeficiente de restituição:

Coeficiente de Restituição   

 

 


Trabalho realizado por: 
  • Kévin Mota                                                
  • Luís Rodrigues                                           
  • Marco Costa                                               
  • Pedro Lopes

A.L. 2.2 - Grupo 3


Nesta experiência deixou-se cair uma bola ao chão e mediu-se o seu ressalto. O objetivo desta experiência é calcular o coeficiente de restituição na colisão da bola com o chão.



 A altura do ressalto foi sempre menor do que a da queda uma vez que há dissipação de energia sob a forma de energia interna e devido à resistência do ar.

Coeficientes de restituição





Trabalho Realizado por: 
  • André Pereira  Nº5
  • Francisco Passos Nº9
  • João Pereira Nº11

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A.L 2.1- Grupo 1


Com esta experiencia nos pretendíamos observar um corpo, neste caso o carrinho, em movimento numa rampa com diferentes pisos, ângulos e distancias. Claro está, nós obtivemos diferentes resultados nas diferentes variáveis que utilizamos.
  • No piso liso, verificamos que a velocidade aumentava por causa do carrinho ter menos atrito.
  • No piso rugoso, a velocidade do carrinho diminuía pois existia maior atrito com a superfície.
  • Em relação aos ângulos, quanto maior fosse a inclinação da rampa maior a velocidade do carrinho.
  • E por fim quanto maior fossem as distâncias menos velocidade o carro atingia.

         Trabalho realizado por:
  •           Alexandra Dias  nº1
          Paula Silva  nº4
          Fabia Pereira  nº8 
 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A.L. 2.1 - Energia Cinética ao longo de um plano inclinado

Os factores que dependem a energia cinética de traslação são massa do corpo e a velocidade atingida pelo corpo.
O trabalho realizado pela força no deslocamento corresponde a energia cinética de traslação do centro de massa do carrinho.
A velocidade do carro esta dependente do tipo de piso, do ângulo desse piso e da distância percorrida.
A velocidade e maior quando o piso e liso do que quando e rugoso.
Quanto maior for o ângulo, maior será a velocidade do carro e quanto maior for a distancia a percorrer maior será a velocidade do carro.

Trabalho realizado por: Pedro Castro; Sofia Faria; Renato