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domingo, 17 de junho de 2012

Conservação da Energia Mecânica

 

Pelo professor Walter Levin, do consagrado MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Estados Unidos da América):

 

Conservação da Energia Mecânica.

Boas Férias.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Bola saltitona




Realizou- se esta experiência de modo a calcularmos o coeficiente, a altura do ressalto e a altura da queda da bola.






A bola não torna a atingir a altura anterior devido à atuação de forças não conservativas, à dissipação de energia sob a forma de energia interna e à resistência do ar.






AL 2.2 - Grupo 1

Com esta experiencia pretendíamos calcular o coeficiente de restituição de todos os ressaltos que a bola efetuou.

Altura da queda
Altura do ressalto
1.571
0.94
0.94
0.743
0.743
0.6
0.6
0.484









Em toda a experiencia, observamos que a bola nunca atingiu a altura inicial pois foi dissipando energia ao colidir com o chão.


Trabalho realizado por:
Alexandra Oliveira nº1
Paula Silva nº4
Fábia Pereira nº8

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A.L. 2.2 - Grupo 3


Nesta experiência deixou-se cair uma bola ao chão e mediu-se o seu ressalto. O objetivo desta experiência é calcular o coeficiente de restituição na colisão da bola com o chão.



 A altura do ressalto foi sempre menor do que a da queda uma vez que há dissipação de energia sob a forma de energia interna e devido à resistência do ar.

Coeficientes de restituição





Trabalho Realizado por: 
  • André Pereira  Nº5
  • Francisco Passos Nº9
  • João Pereira Nº11

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A.L 2.1- Grupo 1


Com esta experiencia nos pretendíamos observar um corpo, neste caso o carrinho, em movimento numa rampa com diferentes pisos, ângulos e distancias. Claro está, nós obtivemos diferentes resultados nas diferentes variáveis que utilizamos.
  • No piso liso, verificamos que a velocidade aumentava por causa do carrinho ter menos atrito.
  • No piso rugoso, a velocidade do carrinho diminuía pois existia maior atrito com a superfície.
  • Em relação aos ângulos, quanto maior fosse a inclinação da rampa maior a velocidade do carrinho.
  • E por fim quanto maior fossem as distâncias menos velocidade o carro atingia.

         Trabalho realizado por:
  •           Alexandra Dias  nº1
          Paula Silva  nº4
          Fabia Pereira  nº8 
 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A.L. 2.1 - Energia Cinética ao longo de um plano inclinado

Os factores que dependem a energia cinética de traslação são massa do corpo e a velocidade atingida pelo corpo.
O trabalho realizado pela força no deslocamento corresponde a energia cinética de traslação do centro de massa do carrinho.
A velocidade do carro esta dependente do tipo de piso, do ângulo desse piso e da distância percorrida.
A velocidade e maior quando o piso e liso do que quando e rugoso.
Quanto maior for o ângulo, maior será a velocidade do carro e quanto maior for a distancia a percorrer maior será a velocidade do carro.

Trabalho realizado por: Pedro Castro; Sofia Faria; Renato 


quarta-feira, 9 de maio de 2012

A.L. 2.1 - Energia Cinética ao longo de um plano inclinado

O objetivo desta actividade laboral é perceber como é que o carrinho se deslocava em diferentes situações, onde estâo presentes diferentes componentes: o peso, o atrito, o ângulo e a distância. Estes são alternados da seguinte forma:
  • Piso liso; ângulo 14º; 50cm
  • Piso liso; ângulo 14º; 58cm
  • Piso rugoso; ângulo 20º; 50cm
  • Piso rugoso; ângulo 20º; 58cm
  • Piso liso; ângulo 20º; 50cm
  • Piso liso; ângulo 20º; 58cm
  • Piso rugoso; ângulo 14º; 50cm
  • Piso rugoso; ângulo 14º; 58cm
De modo que se possa perceber a importância que eles têm na velocidade que o carrinho atinge.

No post apenas iremos falar de 4 das 8 situações:
  • Piso liso; ângulo 20º; 50cm - tempo obtido  116,57 ms
  • Piso liso; ângulo 14º; 50cm - tempo obtido 182,80 ms
  • Piso rugoso; ângulo 20º; 50cm - tempo obtido 176,49 ms
  • Piso rugoso; ângulo 14º; 50cm - tempo obtido 217,67 ms
Ao analisar a 1ª situação podemos observar que quanto maior o ângulo e menor o atrito do piso, o carrinho obtêm o melhor resultado, uma vez que os componentes são favoráveis à sua descida.


Observando a 2ª situação podemos concluir que, comparativamente ao anterior, o ângulo sendo menor o resultado do carrinho não é tão curto, pois a descida não é tão acentuada.



Ao analisar a 3ª situação podemos admitir que, em relação aos casos anteriores, embora o ângulo seja o maior, o aumento do atrito fez com a velocidade do carrinho fosse afetada e por isso verificou-se uma diminuição da mesma ( o que leva à diminuiçaõ da energia cinética). O resultado do carrinho aumente também comparado com o 2º.

Por último e observando a 4ª situação concluimos que, neste caso, todos os componentes estão contra o aumento da energia cinética do carrinho. Isto faz com que o resultado do carrinho seja o maior, pois a descida não é tão acentuada e o piso oferece mais atrito.



Não exemplificamos um caso com a alteração da distância porque, como é previsivel, quanto maior a distância maior o resultado obtido.

Neste trabalho foram utilizados os seguintes materiais:
  • 1 carrinho;
  • 1 rampa com 2 piso diferentes (rugoso e liso);
  • 1 sensor de movimento com 2 passagens;
  • 2 suportes universais.

  • Para perceber melhor esta experiência sugerimos o seguinte site:
Ana Mendes; Andreia; João Leite; João Machado

A.L 2.1- GRUPO 7

  Com esta experiência pretendemos observar as diferenças de velocidades exercidas por um corpo quando é submetido a diferentes superfícies e ângulos.


 O material utilizado para a realização de este trabalho foi:

- Uma rampa com 2 superfícies diferentes;
- Um carro pequeno;
- Suportes universais;
- Um sensor de movimento.








Realizamos 3 ensaios para cada ângulo e superfícies diferentes.

 Neste trabalho usamos carro como um corpo que se movia através da rampa nos diferentes ângulos e superfícies e distâncias.
Aí verificamos mudanças da velocidade nesse corpo ao mudarmos os diferentes elementos da rampa.




Com este trabalho conseguimos chegar à conclusão de que:


Maior ângulo --» Maior velocidade

Maior distância --» Menor velocidade

Piso rugoso--» menor velocidade

Piso liso--» maior velocidade







Trabalho realizado por:

- Margarida nº19
- Marlene nº 20
- Pedro nº 21 
Grupo VII 10CT8


















Escola Francisco Holanda- Física e Química 10ºano Professor Rui Vítor Costa

A.L. 2.1 - Energia Cinética ao longo de um plano inclinado


Quando fazemos um objecto deslizar por um plano inclinado, a sua velocidade varia devido ao piso em que esta a deslizar.
Se o piso for liso, existe menos atrito logo a velocidade é elevada. Por outro lado se o piso for rugoso, a velocidade que o carrinho atinge é menor.
Existe outro factor que que faz variar a velocidade do carrinho. Este factor é o grau de inclinação do plano. Quanto maior o grau de inclinação, maior a velocidade.

Para mais esclarecimentos visite o vídeo http://www.youtube.com/watch?v=ye08YjnbF1I .









Trabalho realizado por: - Kevin; Luís; Marco; Pedro        10CT8         

A.L 2.1- Grupo 4


Com os dados obtidos na experiência pode observar-se diferentes velocidades em diferentes situações.

Podemos observar diferentes velocidades, consoante as variáveis:


  • A amplitude do ângulo (quanto maior a amplitude, maior a velocidade);
  • A distância (quanto menor a distância, menor a velocidade atingida pelo carrinho);
  • O piso (a velocidade atingida num piso liso é inferior à atingida num piso rugoso devido ao atrito).







    Ana, Elsa, Joana,  10ct8

    terça-feira, 8 de maio de 2012

    A.L. 2.1 - Grupo 3

           O objetivo desta experiência é perceber quais os fatores que fazem variar e como fazem variar a energia cinética ao longo de um plano inclinado.
           As variáveis em estudo são a natureza do piso, a inclinação e a distância. Essas variáveis vão ter consequências na velocidade média, que por sua vez influenciará a energia cinética do corpo.
    O corpo utilizado na experiência foi um carrinho com 41,63g.
    Rampa utilizada na experiência




      
    Com esta experiência concluímos que a energia cinética e a velocidade variam do seguinte modo:
    • quanto mais rugosa for a superfície de contacto, menor será a energia cinética devida ao atrito;
    • quanto maior for a distância percorrida pelo corpo, maior será a energia cinética;
    • quanto maior for a inclinação do plano, maior será a energia cinética.